I
entre outras ditrações
te escolho como hábito.
sei lá. tem sido difícil achar concentração.
II
meu desejo é minha negação:
menos. pedra,
peso que me pesa (medida),
sal e peixes
que não sabem voar.
mas não perco pelo medo,
pois pela chama
feito gosto de beijo,
como sol
no céu da boca.
26.11.9
29.11.09
13.11.09
3.11.09
23.9.09
(des)encontro.
espero
feito pedra sem distração
à passagem, seu caminho,
guardo o tempo
onde você vive um dia comum.
e sorri (por curiosidade)
encontrando-me a surpresa
buscam nos bolsos, as mãos,
algo em quê me agarrar.
a amor bateu à porta
e era azul
e eu pensei que era o amor.
15.9.9
feito pedra sem distração
à passagem, seu caminho,
guardo o tempo
onde você vive um dia comum.
e sorri (por curiosidade)
encontrando-me a surpresa
buscam nos bolsos, as mãos,
algo em quê me agarrar.
a amor bateu à porta
e era azul
e eu pensei que era o amor.
15.9.9
17.9.09
ser.
e como definir em palavras, se não sei o meu estado?
vagar entre os homens, mas não estar entre eles. fechar os olhos nos dias mais claros.
especialmente.
desconhecer: me afastar.
imaginar se tudo não é uma peça que eu mesmo me prego. desejar
não ter tanto poder.
desejo e imagem (sonho) se confudem.
invejo a razão. invejo o caminho certo dos astros. que não falam,
nem tem porquê. brilham por que brilham.
erezoànoitequemetornecomum.
despi as cores.
mas me lembra a alma.
vagar entre os homens, mas não estar entre eles. fechar os olhos nos dias mais claros.
especialmente.
desconhecer: me afastar.
imaginar se tudo não é uma peça que eu mesmo me prego. desejar
não ter tanto poder.
desejo e imagem (sonho) se confudem.
invejo a razão. invejo o caminho certo dos astros. que não falam,
nem tem porquê. brilham por que brilham.
erezoànoitequemetornecomum.
despi as cores.
mas me lembra a alma.
12.9.09
10.9.9
entre nós
alguns segundos de concreto
que nem matéria é, mas
o espaço
você em seu passo distraído.
talvez a claridade
ou a claridade em tudo.
fecho meus olhos,
reproduzo o seu estado:
não vejo você - a mim.
e se te encontro, silêncio
que não é realidade, mas
(sonhei) as palavras não ditas por você
- como um livro que eu li
e você não.
alguns segundos de concreto
que nem matéria é, mas
o espaço
você em seu passo distraído.
talvez a claridade
ou a claridade em tudo.
fecho meus olhos,
reproduzo o seu estado:
não vejo você - a mim.
e se te encontro, silêncio
que não é realidade, mas
(sonhei) as palavras não ditas por você
- como um livro que eu li
e você não.
8.9.09
recorte.
ele diz:
- brigado, amor! ;)
eu digo ao coração: "não é nada, é modo de falar, sabe...",
mas ele insite em ser bobo, por convenção ou
força do hábito. medeixetersenso,vida!
1. e se eu disser:
a coragem me infla os pulmões
e eu encho que nem bola e saiu quicando...
ahehaehuieahihaeiuheauhae u.u
2. e se eu disser:
.diganãoàcovardia.
conhecendo o caminho, dispensei
os passos bêbados,
escolhi ser eu - em mais que 3x4
.pilhéria,sempre.
e se não pude erguer os olhos,
foi por problemas técnicos. ;)
e o que você viu?
- brigado, amor! ;)
eu digo ao coração: "não é nada, é modo de falar, sabe...",
mas ele insite em ser bobo, por convenção ou
força do hábito. medeixetersenso,vida!
1. e se eu disser:
a coragem me infla os pulmões
e eu encho que nem bola e saiu quicando...
ahehaehuieahihaeiuheauhae u.u
2. e se eu disser:
.diganãoàcovardia.
conhecendo o caminho, dispensei
os passos bêbados,
escolhi ser eu - em mais que 3x4
.pilhéria,sempre.
e se não pude erguer os olhos,
foi por problemas técnicos. ;)
e o que você viu?
6.9.09
não é sobre o amor, e outros demônios.
mas isso, querido, é porque você nunca amou a MIM. você amou a idéia que você, por si, deu à minha persona - minha máscara grega. você tem amado um ideal ou, seria mais verdadeiro dizer - e a realidade nunca é tão bonita -, estado em prece desesperada por um alguém: qualquer alguém.
porque NÓS odiamos estar só. seja porque você não sabe estar só, seja por um conceito social (e este é degradante e inferior: a forma como, como diz Rilke, a sociedade encontra de manter longe o que é difícil), seja pelo medo do desconhecido... de conhecer a si mesmo, como estar diante do espelho.
e o amor... eu não saberia por mim. nem posso dizer por você. mas posso dizer que não é isso:
não é um conceito, não é uma regra, não é algo para exibir em praça pública. não é algo que você tenha que fazer pelos outros. não é o medo de estar só. não é se agarrar a alguém em busca de salvação. não é se perder em alguém, não é não crescer, parar no tempo. não é um castelo de muros altos... não é o frio na barriga, as borboletas.
apesar do quanto eu realmente goste das borboletas. ;)
porque NÓS odiamos estar só. seja porque você não sabe estar só, seja por um conceito social (e este é degradante e inferior: a forma como, como diz Rilke, a sociedade encontra de manter longe o que é difícil), seja pelo medo do desconhecido... de conhecer a si mesmo, como estar diante do espelho.
e o amor... eu não saberia por mim. nem posso dizer por você. mas posso dizer que não é isso:
não é um conceito, não é uma regra, não é algo para exibir em praça pública. não é algo que você tenha que fazer pelos outros. não é o medo de estar só. não é se agarrar a alguém em busca de salvação. não é se perder em alguém, não é não crescer, parar no tempo. não é um castelo de muros altos... não é o frio na barriga, as borboletas.
apesar do quanto eu realmente goste das borboletas. ;)
Assinar:
Comentários (Atom)