e nos trocamos, aos poucos,
com jeito, com graça - ou sem.
às vezes o esforço é um suspiro: olá!,
que não reproduz as horas em silêncio.
mas assim caminhamos,
guardando pedacinhos de nós
em vidas alheias,
esperando que os laços - os vícios, os risos -,
nos permitam compartilhar
o peso de SER.
estendo a mão.
Eu poderia tentar de todas as formas comentar algo a altura desses teus devaneios,mas não chegaria,eu,a nenhum consenso sobre a profundidade das linhas que tu escreveu aqui.
ResponderExcluirNão me assusta te ver assim.Não por acaso eu sempre te quis por perto.Eu sabia que tu tinha alma e que ela refletia cores que me fazem sorrir,ainda.
Beijo e obrigada por compartilhar teu "mundinho novo" comigo
bêsta! ;P
ResponderExcluirtu me ama? ahuiehuihaeu